Histórias do Metro 2 - Bomba Biologica de Efeito Moral

Este humilde servo diz olá, a todos os peregrinos desta taverna! Visitantes deste castelo!
Cá estou eu com mais uma história de alegria vivida neste magnifico expresso de magia subterranea (onde o odio corrompe os corações humanos)... Orgulhosamente lhes apresento uma história (infelizmente) vivida por minha pessoa em uma linda manha paulistana... Para todos os viajantes que passarem por experiencia semelhante que dividam comigo um copo de hidromel para comemorar mais uma escapada de uma situação constrangedora...

Divirtam-se!






Bomba Biológica de Efeito Moral

Acordei atrasado, já tava cansado, prova de engenharia de software chegando tava feia a coisa... Cheguei ao metro e para variar chovia em São Paulo...
Como todo bom paulista que vai trabalhar de metro todo dia sabe que quando chove o metro fica muito devagar, quase como o nosso querido Rubens Barrichello (bora Rubinho!)...
Bom a viagem tava bacana só que começou a apertar (pra variar), apertar muito, saindo quando chegamos à vila Matilde ouço pânico (oh meu deus!) gritos de desespero e reclamações ásperas e obtusas... Não meus amigos, não era uma tragédia de morte (quase), ninguém estava armado, a não ser pela arma biológica que entrava.
Imagina você depois de jogar bola, ou praticar boxe todo suado, ficar 3 dias sem tomar banho... Sendo que você trabalha na peixaria e não troca de roupa nesse período... Era esse o cheiro do ser humano (talvez meio gambá, talvez uma nova espécie) que entrava de braços levantados no vagão... O cheiro era horrível, como um poço de piche repleto de cobertura de caquinha de morcego. Tinha gente dizendo "tomar banho faz bem... não machuca não!" ou "Quem jogou merda no ar condicionado?", e eu felizmente estava do outro lado onde o cheiro era mais brando (apenas merda seca).


Bom, não contente com isso tinha um casal. O aperto era tanto que ela estava abraçada com ele na minha frente e ele estava encostado em mim (e em meio mundo de gente) com a cabeça mais ou menos próxima ao meu ombro, então conseqüentemente eu ouvi (e me desesperei) a parte da conversa em que ele disse: "- que cheiro horrível acho que vou vomitar...".
Comecei a suar frio o cara já tava verde; ai a namoradas dele dizia: "- amor você não vai fazer isso aqui, respira"; e eu quase que dizia o mesmo...
Para minha sorte o capitão antrax-fedozinho pulou fora (ou foi "pulado") no carrão e o nosso amigo verde voltou a cor normal (acho que foi uma reação química do cheiro toxico). Naquele momento, mesmo eu que sou ateu agradeci a deus pela graça concedida, já não bastava o senhor das trevas fedidas o cara ainda quer chamar o Hugo?
Aqui termina história e lembrem-se: "Tomar banho faz bem... não machuca não ta?"
Agradecido pela atenção: O Bardo Vileblade
Histórias do Metro 2 - Bomba Biologica de Efeito Moral Histórias do Metro 2 - Bomba Biologica de Efeito Moral Reviewed by Vileblade on 10.6.10 Rating: 5

8 comentários

  1. carai uahauauuauahua
    essa foi boa, a descrição tava tão boa q senti o cheiro daqui

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  2. Pois é essa foi treta e ainda era prova do vendramel cara, só para vc ver (aco que tirei 3 nessa)

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  3. suahsuahsuhusahuashu
    Nossa ainda bem que eu não tava com vc esse dia ^.^
    BJs

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  4. Apenas merda seca foi f... Eu sou vítima desse descaso diário... Tomar banho para alguns parece ser coisa de outro mundo... Eu não consigo ficar sem tomar banho, mas pretendo um dia, dar o troco... uns peidinhos mais ardosos, quem sabe, né? Me preparando p/ a vingança.

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  5. xDDDDD
    cara, como o tuia disse, tah perfeita a descriçao, eu senti o cheiro daqui e jah ntava sentindo vergonha aleia e dó de vc xD
    foda o/

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  6. Sabe o que é seu nariz querer sair de seu corpo?
    Não é algo muito legal...

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